"Afinando Palavras" da Poemas à Flor da Pele III Avenida Paulista 37 - Bela Vista - São Paulo Das 19:00 às 21h:30min. Imperdível!
Dora Dimolitsas, poetisa e produtora cultural em São Paulo.
Acontecerá hoje dia 01 de julho de 2009, na Casas das Rosas, em São Paulo, das 19:00 às 21:00h 30 min, o evento poético "Afinando Palavras" da Poemas à Flor da Pele - Ano III, com a presença das poetisas Soninha Porto e Dora Dimolitsas. Será um evento com diversas atrações poéticas, com a participação de poetas convidados.
"Afinando Palavras", evento especial de Soninhqa Porto e de Dora Dimolitsas, terá entre outras presenças, a da poetisa Mell Glitter, produtora do programa MellTv /TvOrkut, da poetisa Lúcia Gönczy, que possui livros e antologias publicadas e da poetisa Sônia Maria Batista que irá como representante do Artforum Brasil IN São Paulo.
O Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta abraça culturalmente os roteiros e projetos de arte, cultura, ecologia humana e social que estejam relacionados com os Grupos Artforum Mundi Planet, Grupos Brasil XXI e suas representações.
Soninha Porto, poetisa e produtora cultural em Porto Alegre.
À flor da pele
Arte - capa "Poeme-se à Flor da Pele"
Brasil, 01 de julho de 2009 Divulgação Fórum de Mulheres: Ana Felix Garjan:::Bureau D'Art
Feliz Aniversário à poeta e pintora de Portugal Luiza Caetano! Viva à sua arte e poesia que tocam a alma das pessoas!
Ela muito tem contribuido com o maior "Abraço Cultural" entre poetas e artistas de diversas portugueses e de outros países, como o Brasil, onde está em férias, desde o lançamento do seu livro Lisboa In Versos.
O "Fórum Internacional de Mulheres pela Paz do Planeta" reconhece Luiza Caetano como "Personalidade Cultural", que muito tem contribuído com os movimentos de arte e literatura, entre artistas, escritores, poetas e pintores portugueses e brasileiros, apoiando as agendas e projetos do Artforum Brasil.
A ela agradecemos a contribuição cultural e apoio aos grupos e comunidades que são coordenados pelos Grupos Artforum Mundi & Artforum Brasil XXI no Orkut e nos roteiros e blogs relacionados com o "Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta". A arte e poesia de Luiza Caetano enriquecem o nosso "Mundo das Artes"!
Homenagem à pintora e poeta Luiza Caetano, de Portugal
Multiplus Revista Arforum Brasil Cultural
Luiza Caetano, poeta e pintora de Portugal, é homenageada pelos Grupos Artforum Mundi Planet & Artforum BrasilXXI - Programa Unifuturo - Universidade Aberta do Futuro " Telhados do Mundo" - 10 Anos e pelo "Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta".
Ela veio ao Brasil para o lançamento do seu livro de poesia "Lisboa in Versos", que aconteceu na tarde-noite de ontem, dia 06 de junho de 2009, na cidade de São Paulo - o maior centro cultural internacional da América Latina.
Reportagem sobre o evento
Ontem, dia 06 de junho de 2009, aconteceu em São Paulo o lançamento do Livro "Lisboa In Versos", da poetisa e pintora portuguesa Luiza Caetano, homenageada aqui também, no Blog do "Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta", hoje é novamente destaque. Seu livro "Lisboa in Versos" é uma poética literária que canta seu amor à cidade de Lisboa, aos sentimentos humanos e ao mais belo e importante de todos eles: O Amor!
O evento lítero-cultural contou com apresentação do Livro de poesia "Lisboa in Versos", com homenagens, entrega de troféu do Artforum Brasil XXI, em seguida a sessão de autógrafos, cantos de Fado, entrevistas e reportagens por Mell Glitter, para o seu Programa MellTV, da TV ORKUT.
O evento cultural Lisboa in Versos" foi coordenado pela poeta brasileira Sra. Bianca Kalli, do Rio de Janeiro e pela poeta Dolores Jardim, de São Paulo, além da participação de amigas e amigos portugueses e brasileiros que participaram da divulgação desse evento literário tão significativo, pois Luiza Caetano é pessoa muito querida e admirada por sua contribuição à arte e à cultura portuguesa, em Portugal e em outros países.
Convite do Lançamento
Lisboa menina - moça, pintura de Luiza Caetano
"Luar de Lisboa", pintura de Luiza Caetano.
"Lisboa ao entardecer", pintura de Luiza Caetano
A poeta Luiza Caetano encanta a todos, pelos poemas cheios de fortes e belos sentimentos humanos. Seus poemas atingem a alma... Ela canta o Amor!
Luiza Caetano autografando "Lisboa In Versos" para amigos e convidados
(fotos decidas por amigos de Luiza)
Luiza Caetano e amigas poetas e artistas portuguesas e brasileiras presentes ao lançamento.
A Sra. Luiza Caetano, poeta e pintora de Portugal foi homenageada com Diploma e Troféu "Honra ao Mérito", pela curadoria da Fundação Artforum Unifuturo Brasil XXI - Programa Universidade Aberta do Futuro "Telhados do Mundo" - Núcleo "Embaixada Artforum - Brasil 509 Anos - 5 Séculos de História". Essa homenagem foi conferida pela diretora - presidente dos Grupos Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI, que foi representada no evento pela Sra. Sonia Maria Batista - Representante do Grupo Artforum Brasil IN São Paulo.
O lançamento do livro "Lisboa in Versos", de Luiza Caetano motivou a reunião de poetas, escritores, artistas e produtores culturais portugueses e brasileiros que foram prestigiar Luiza Caetano e seu livro "Lisboa in Versos".
Visite a exposição A ALMA E A VOZ", de Luiza Caetano:
Homenagem à pintora e poetisa Luiza Caetano - Portugal, em 25 de março de 2009
Temos imensa honra em apresentar a Exposição "A ALMA E A VOZ", da pintora e poetisa internacional, Senhora Luisa Caetano, nossa homenageada. Sua exposição será permanente, ao som de bela música portuguesa, para que os laços efetivos e ternos entre artistas, poetas, escritores e produtores culturais brasileiros e portugueses, sejam cada vez mais ampliados, através da arte, cultura, história e poesia sem fronteiras no mundo.
A partir da exposição de LuisaCaetano, fica inaugurado o Projeto do Artforum UNIFUTURO intitulado "PAVILLION ARTES DO MUNDO", tanto neste site-portal, como em outros sites e blogs dos Grupos Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI. O Pavillion terá sempre o conceito de intercâmbio e parcerias de arte e cultura entre poetas e artistas brasileiros, portugueses, e de outros países.
A Exposição de LuisaCaetano, a "A ALMA E A VOZ" apresenta 30 fotos de suas obras que focalizam a cultura e tradição portuguesa, bem como seu amor, arte e arquitetura poética à bela, histórica e eterna cidade de Lisboa. No PAVILLION ARTES DO MUNDO, encontra-se uma síntese de sua obra e epopéia artística, que tem encantado o mundo das artes e da cultura internacional, com seus quadros onde estão retratados através de seu estilo e personalidade, numa leitura encantadora de grandes nomes da Arte e Literatura de Portugal, como Fernando Pessoa, FlorBela Espanca, Eça de Queirós, e outros.
A arte e cultura são pólos de desenvolvimento.
Ana Felix Garjan Socióloga e Diretora Cultural Artforum Mundi & Artforum Brasil XXI Programa Universidade Aberta do Futuro " Telhados do Mundo"
Esse nosso "Abraço e Diálogo Cultural" registramos fatos, projetos e perspectivas de futuro, no contexto do Artforum eco-sócio-cultural, nesse fim da primeira década do século XXI. A arte e a cultura promovem pólos de desenvolvimento, em diversas áreas e setores da sociedade globlizada!
Luiza Caetano, "A ALMA E A VOZ"
Natural de Venda do Pinheiro - Mafra, participou ao longo dos 20 anos da sua carreira, em mais de uma centena de Exposições Colectivas, e cerca de 50 Individuais. Expôs um pouco por todo o mundo. Além de Portugal, Espanha, Brasil, França, Eua, Suiça, Turkia, Béligica, Luxembourg, Itália, Nacau, África, Alemanha.
Detentora de vários Prémios, Galardões, Menções Honrosas e Medalhas, onde destaca: 1990: 3º Prémio Arte Renault; 1996: 1º. Prémio Embaixada de Portugal em Cabo Verde; 1997: 1º Prémio Galeria de Arte do Casino Estoril; 1997: 1º Prémio salão Lousã; 2003: 1º Prémio ArtNATAL Nova Friburgo-Brasil; 2004: 1º Prémio Junta Turismo Estoril; 2005: 3º .PRÉMIO CENTRO CULTURAL GALILEO - MADRID. Ao longo sua carreira foi condecorada com mais de 30 Menções Honrosas em Portugal e Estrangeiro. Autora de ilustrações, Livros e Capas CD, foi também distinguida pela Unicef pelo seu cuadro: "Uma Aldeia".
Poetisa galardoada com vários Primeiros Prémios, destaques e Menções Honrosas. Participou em Colectâneas diversas, em livros de Poesia, em jornais de Portugal e estrangeiros, encontrando-se no prélio o seu primeiro Livro de poesia VOZ DE ÁGUA.
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*Grupos Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI *Programa Universidade Aberta do Futuro " Telhados do Mundo" *Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta www.cidadeartesdomundo.com = www.artforumunifuturobrasil.org
PRIMEIRO DE MAIO NO MUNDO: Dia Internacional do Trabalho.
O TRABALHO UNE
O trabalho possibilita a conquista de cidadania plena, além da autoestima, desenvolvimento social e econômico de uma sociedade. No Dia Internacional do Trabalho, os trabalhadores de todas as áreas e níveis se unem para relembrar lutas e vitórias coletivas, em suas cidades, estados e países.
O Imaginário e A Violência -Profª Ana Elizabeth Araújo da Silva Felix
Mulher e seu Universo: Mulheres Intelectuais
Os Grupos Artforum Brasil XXI e o Fórum Internacional de Mulheres do Futuro apresentam uma importante matéria em três postagens. Trata-se do artigo da Professora Ana Elizabeth Araújo da Silva Felix, que aborda assunto do interesse da sociedade brasileira, com foco no caso NARDONI, cujos criminosos serão julgados ainda neste ano.
"A COMUNICAÇÃO, A MÍDIA, O IMAGINÁRIO E A VIOLÊNCIA": entre o que deve ser dito e o que precisa ser mostrado - olhares jurídico-educacionais (Parte I) da Profª Ana Elizabeth Araújo da Silva Félix1
RESUMO:
Este artigo busca analisar a influência da mídia ante os fenômenos contemporâneos de violência com os quais as comunidades adolescentes do mundo atual estão sendo acometidas. Para o alcance deste objetivo serão avaliadas as informações coletadas na mídia sobre os crimes hediondos ocorridos e fortemente evidenciados entre o período 2007-2008, descritos em canais de TV de ampla aceitação nacional. O método utilizado na investigação foi o da análise de conteúdo dos discursos expressos, induzidos ou escamoteados das cenas criminais de João Hélio, Isabela Nardoni e Eloá. O cerne deste ensaio teórico é, portanto, buscar a compreensão acerca do papel que a mídia exerce na formação dos adolescentes, com perfis de violência, de valores controversos e ações inaceitáveis.
Atualmente, a mídia nacional têm investido sobremaneira na cobertura de eventos que versem sobre violência, atrocidades, e finalizem com cenas trágicas de óbitos inesperados. A comoção popular é um fator que possibilita aos canais de televisão um crescimento vertiginoso nos níveis do Ibope. Programas de auditório ou jornais que trazem à baila temáticas como “O assassinato do menino João Hélio”, “A morte da garotinha Isabella Nardoni”, e agora, recentemente, “A morte da adolescente Eloá”... atingem pontuações máximas na satisfação do telespectador. São histórias tristes, compostas por cenas comoventes, realidades amargas e violentas, ações vis que hoje são conjecturadas e realizadas em âmbito nacional.
A mídia exerce, nessa perspectiva, o papel de informante, promotora de idéias, instrumento de persuasão, vendedora de produtos, serviços, disseminadora de ações, veiculadora de ideologias, configurando-se ora como uma verdadeira “Deusa” ora como “Juíza”, quem tem a palavra final sobre qualquer temática: educa, deseduca, informa, ultraja, coisifica, e tem o poder de transformar toda uma geração.
A televisão é um instrumento de comunicação, informação e poder. As novelas enunciadas no horário noturno, remontam o imaginário social demonstrando as controvérsias do mundo contemporâneo no âmbito familiar: desrespeito a crianças, portadores de deficiências, tratamento dispensado mediante cor de pele, maltrato a idosos, traições e falcatruas na ordem política e governamental. Silva (2003) em seu livro “As tecnologias do imaginário” afirma que a televisão reinventou o folhetim e o laço social virtual. De fato, às vezes, até as denominações das telenovelas corroboram para que essa afirmação se configure em verdade.Assim, no horário da novela das oito, famílias inteiras que antes utilizavam este tempo do seu dia-a-dia para conversarem entre si e seus pares, trocarem idéias, conhecerem-se mais... hoje, ficam estáticas e inertes frente a um aparelho de TV, sendo co-enunciadores de discursos e ideologias pouco aceitáveis, em alguns casos, moralmente questionáveis, eticamente discutíveis, psicologicamente inconcebíveis.
1. CRIMINALIDADE X MÍDIA: interfaces da razão, da comoção e da emoção na televisão brasileira
A elevação dos níveis de violência nos últimos anos, trouxe para a agenda social a fragilidade da segurança pública em detrimento ao crescimento vertiginoso de uma sociedade aflita em meio ao incremento e a incitação a criminalidade. O resultado do referendo sobre a proibição do comércio de armas de fogo e munição amplificou um evidente clamor popular que exige medidas consistentes, duradouras e claras no combate e na prevenção ao crime. A mídia, percebendo a importância do momento histórico (e principalmente o poder de verbalização dessa demanda pela classe média – sua maior consumidora), tem aprofundado as discussões sobre a questão, pontuando de forma contundente a cobertura acerca da segurança populacional. Porém, todos os que lidam com o fenômeno da violência devem compreender sua complexidade e a dificuldade no domínio de todas as suas variáveis.
Como espectadores, leitores, ouvintes, cidadãos, devemos compreender que a cobertura do cotidiano violento não é tarefa fácil e, se hermeneuticamente, não compreendida, poderá incitar os co-enunciadores destes discursos afetados por problemas econômicos, sociais, mentais, ou mesmo àqueles sem algum tipo de formação, e sem o cultivo de valores éticos, civis e morais, a produção de ações violentas que resultem em casos como os ocorridos na família Nardoni (SP), ou do menino João Hélio (RJ), ou ainda sobre o trágico final do seqüestro da adolescente Eloá (SP), dentre inúmeros outros casos ocorridos e não notificados pela mídia e por isso, por nós desconhecidos.
Assim, a mídia apresenta aos telespectadores, seja através de jornais, propagandas ou serviços, informações explícitas e escamoteadas, expressões que se configuram de forma unívocas, equívocas e análogas. Segundo Ducrot (1987), o sentido das palavras só pode ser definido a partir dos sujeitos e dos contextos em que são enunciadas. No campo do direito, tal assertiva se fundamenta no âmbito da construção de argumentos em depoimentos e provas testemunhais de casos diversos: a capacidade de argumentar advém do conhecimento da ação, do sujeito que a praticou, do contexto em que ocorreu das interfaces de tempo e lugar e das razões que induziram tal prática ou ação. Assim, torna-se subjetiva e pouco consistente, uma análise de um crime ocorrido em certo espaço temporal, por sujeitos desconhecidos de quem o fato ora analisa, histórias conturbadas, contextos confusos, coberturas incompletas como ocorre, em alguns casos, na mídia nacional. A referência a esta idéia está alicerçada nos crimes noticiados que envolvem o menino João Hélio, que em meio ao assalto ficou preso na porta do carro, sendo jogado do lado de fora, perdendo a cabeça no percurso urbano escolhido pelos sujeitos do crime, não tendo sido até hoje, esta parte de seu precioso corpinho encontrada. Outro caso referendado neste estudo é a morte da menina Isabela Nardoni, que passeava com o pai, a madrasta e os irmãos e no mesmo dia, de forma trágica, aparece caída, machucada fortemente, e morre subitamente após a queda de uma janela do apartamento do pai. Tratamos também, do seqüestro configurado em crime de cárcere privado ocorrido no tempo de 100 horas em Santo André, promovido por um adolescente denominado Lindemberg, que apresentava confusão mental e poderá ter sido impulsionado a cometer o delito de lançar tiros em Eloá e Nayara em virtude do acesso do GATE ao cativeiro, ou por ciúmes, ou, ou... por outras razões que só a sua mente e o seu coração poderão no futuro, para a justiça desvelar.
A mídia pode manifestar-se em infinitos espaços e em diversas modalidades: a mídia cultural representa expressão da inteligência humana aplicada à comunicação social, encontrada em revistas, jornais, livros e programas televisivos que abordem conteúdos sobre a história, a natureza, os costumes das sociedades e as investigações científicas, constituem marcantes contribuições para aperfeiçoamento dos sistemas educativos, sem lhes retirar o tempo necessário para maturação do aprendizado, na infância e na adolescência. Com esse objetivo, a mídia, sobretudo a televisada, caminha lado a lado com a educação convencional, servindo-lhe de ancila ou pedagoga (como o preceptor que, na Grécia antiga, levava e trazia as crianças à escola); leia-se a exemplo desta tipologia a TV Cultura. Já a mídia-entretenimento, a sua vez, capta os sentimentos lúdicos dos espectadores, desperta-lhes a imaginação criativa, as sensações de prazer e alegria, que equilibram as emoções humanas. Nesse campo, principalmente, costuma resvalar para o humor barato, chulo, asqueroso às vezes, mas prejudicial à formação moral das pessoas, sobretudo crianças e adolescentes, que costumam tomar como modelo personagens de vida alegre, duvidosa ou equívoca, criando padrões não convencionais de comportamento; a esta tipologia, aponta-se programas como Zorra Total, A Praça é Nossa, Domingão do Faustão, Domingo Legal, dentre outros.
E por fim, a mídia jornalística, do tipo investigativo ou de denúncia, a face trágica e paradoxal do jornalismo escrito, falado ou televisionado: de um lado, o combate heróico aos escândalos públicos, à corrupção, ou as narrativas de tragédias e crimes infamantes; de outro, negativamente, a invasão da privacidade ou mesmo intimidade de pessoas, lares ou instituições, e a conseqüente exposição pública a julgamentos sumários. O jornalismo-denúncia gera, freqüentemente, graves conflitos entre a liberdade de informação da imprensa e a presunção de inocência das pessoas (preceito penal e constitucional); Nesse contexto situam-se os limites éticos indeterminados da liberdade de expressão midiática. Além da mídia jornalística, que conhecemos com detalhes cada jornal das emissoras, ainda nos aparecem programas de entretenimento que apresentam como pauta casos já apontados, tais como os programas: “Mais Você”, “A Tarde é Sua”,Hoje em Dia”, dentre outros.
É perceptível que estes discursos, ora se encontram, ora se digladiam polifonicamente entre as demais emissoras, sujeitos e contextos. A reportagem lança um olhar sempre fiel às suas convicções, concepções e ideologias. Este olhar é dirigido aos interlocutores (seres repletos de concepções e convicções polifonicamente iguais ou adversas às outras co-existentes), que repassam a outros interlocutores, lançando nos discursos, seu olhar, suas crenças e seus valores e dependendo das funções por eles exercida na sociedade, podem contribuir para a formação ou (de)formação de idéias acerca dos olhares pela mídia ao telespectador lançados.
Seria fundamental que ensaístas e apresentadores de programas de TV que enveredam por temáticas criminalistas, buscassem conhecer o método semiótico de análise dos discursos (emitidos e omitidos) para melhor avaliarem os fatos ocorridos e escolhidos como pautas de seus programas pois, a semiótica apresenta modelos para a análise da significação que ultrapassam as fronteiras para além da frase, na dimensão do discurso que lhe é inerente. Seu procedimento clássico propõe articular a apreensão do sentido seguindo um percurso estratificado em camadas relativamente homogêneas, indo das formas concretas e particulares, manifestadas na superfície do texto, às formas mais abstratas e gerais subjacentes, dispostas em múltiplos níveis de profundidade. A semiótica, ou como nos remonta Greimas (1986), conhecida como a ciência da meia-ótica, mostra como os percursos de significação se organizam e se combinam, em razão de regras sintáticas e semânticas que os fundamentam, partindo de estruturas profundas para as estruturas de superfície, simulando a “geração” da significação, da informação, da realidade ou de sua re-construção.
No campo jurídico, o método semiótico apresenta como ferramenta de análise, o quadrado semiótico de Greimas (1986). Este instrumento aponta o eixo dos discursos emitidos e escamoteados, tomando por base fatos da realidade e todas as contradições presentes nos delitos cometidos. O referido quadrado contém dois eixos distintos: o das afirmações, negações e as suas contradições. Os operadores da lei, ao fazerem uso deste novo método de análise, poderão mais eficazmente, alcançar informações aproximadas da ação praticada, partindo da construção dos argumentos dos atores de cada cena que esteja sendo objeto de investigação.
( Leia as três partes do referido artigo nas páginas anteriores dos dias 31 de março e 01 de abril / 2009)
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A Comunicação, A Mídia, O Imaginário e a Violência
A Mulher e seu Universo: Mulheres Intelectuais
"A COMUNICAÇÃO, A MÍDIA, O IMAGINÁRIO E A VIOLÊNCIA": entre o que deve ser dito e o que precisa ser mostrado - olhares jurídico-educacionais (Parte III ) da Profª Ana Elizabeth Araújo da Silva Félix1
RESUMO:
Este artigo busca analisar a influência da mídia ante os fenômenos contemporâneos de violência com os quais as comunidades adolescentes do mundo atual estão sendo acometidas. Para o alcance deste objetivo serão avaliadas as informações coletadas na mídia sobre os crimes hediondos ocorridos e fortemente evidenciados entre o período 2007-2008, descritos em canais de TV de ampla aceitação nacional. O método utilizado na investigação foi o da análise de conteúdo dos discursos expressos, induzidos ou escamoteados das cenas criminais de João Hélio, Isabela Nardoni e Eloá. O cerne deste ensaio teórico é, portanto, buscar a compreensão acerca do papel que a mídia exerce na formação dos adolescentes, com perfis de violência, de valores controversos e ações inaceitáveis.
Atualmente, a mídia nacional têm investido sobremaneira na cobertura de eventos que versem sobre violência, atrocidades, e finalizem com cenas trágicas de óbitos inesperados. A comoção popular é um fator que possibilita aos canais de televisão um crescimento vertiginoso nos níveis do Ibope. Programas de auditório ou jornais que trazem à baila temáticas como “O assassinato do menino João Hélio”, “A morte da garotinha Isabella Nardoni”, e agora, recentemente, “A morte da adolescente Eloá”... atingem pontuações máximas na satisfação do telespectador. São histórias tristes, compostas por cenas comoventes, realidades amargas e violentas, ações vis que hoje são conjecturadas e realizadas em âmbito nacional.
A mídia exerce, nessa perspectiva, o papel de informante, promotora de idéias, instrumento de persuasão, vendedora de produtos, serviços, disseminadora de ações, veiculadora de ideologias, configurando-se ora como uma verdadeira “Deusa” ora como “Juíza”, quem tem a palavra final sobre qualquer temática: educa, deseduca, informa, ultraja, coisifica, e tem o poder de transformar toda uma geração.
A televisão é um instrumento de comunicação, informação e poder. As novelas enunciadas no horário noturno, remontam o imaginário social demonstrando as controvérsias do mundo contemporâneo no âmbito familiar: desrespeito a crianças, portadores de deficiências, tratamento dispensado mediante cor de pele, maltrato a idosos, traições e falcatruas na ordem política e governamental. Silva (2003) em seu livro “As tecnologias do imaginário” afirma que a televisão reinventou o folhetim e o laço social virtual. De fato, às vezes, até as denominações das telenovelas corroboram para que essa afirmação se configure em verdade.Assim, no horário da novela das oito, famílias inteiras que antes utilizavam este tempo do seu dia-a-dia para conversarem entre si e seus pares, trocarem idéias, conhecerem-se mais... hoje, ficam estáticas e inertes frente a um aparelho de TV, sendo co-enunciadores de discursos e ideologias pouco aceitáveis, em alguns casos, moralmente questionáveis, eticamente discutíveis, psicologicamente inconcebíveis.
RESULTADOS E DISCUSSÃO:
Na tentativa de narrar sobre o turvo, compreender o subjetivo, sentir o imaginário, acreditamos que a mídia, a linguagem, a justiça, os sujeitos e contextos são alicerces da grande Aldeia Global que constitui a semiótica do viver e do sentir, através de um único processo que torna o homem o ser superior ante os animais irracionais pela ação do pensar.
A construção do bem comum cultural, intelectual e político, obriga todo cidadão consciente a adotar uma postura proativa frente aos produtos de comunicação de massa que agridam a dignidade da pessoa humana.
Sendo o sujeito o destinatário final das diversas expressões comunicativas, tem o direito inquestionável de exigir qualidade em tudo o que lhe é apresentado ou exposto, individual ou coletivamente. O respeito à pessoa, em seus valores superiores, honra, dignidade, consolidados nas normas das constituições democráticas e nas leis civis, se constrói e se difunde nas raízes do seio familiar consciente, nas comunidades e instituições.
As coberturas dos crimes hediondos, com a forte participação da população no envio de opinião, que de certo modo, podem afetar a tomada de decisões, precisam ser repensadas: programas televisivos que apresentam o passo a passo de crimes cometidos se constituem em aulas teóricas com direito a exercícios práticos, além de induzirem os jovens que não conseguiram alçar um vôo mais alto de forma lícita, a o fazerem a qualquer preço, sem medir as conseqüências de cada ato cometido ou acobertado.
Neste ensaio tentamos refletir sobre os limites em que se deveriam conduzir os meios de comunicação social, no círculo das fortes pressões externas a que devem atender: o dever de informar e formar, o dever de gerar o lucro para organizações, e o dever de respeitar a pessoa humana, em sua dignidade e inviolabilidade. A linguagem, o direito, a mídia e a humanidade carecem de um desnudar, um desvelar idéias. Wittgenstein, ao encerrar uma de suas fases intelectuais de estudos voltados para a linguagem, sabiamente escreveu: “acerca daquilo de que não se pode falar, tem que se ficar em silêncio”(aforismo 6.54). Portanto, como o próprio teórico afirma, precisamos descobrir os sentidos da linguagem, tirando o véu das faces ingênuas dos telespectadores, que sem perceberem, acabam sendo engolidos pela essência da modernidade recheada de atos vis, situações de impunidade, verdades escamoteadas e realidades tristemente evidenciadas.
REFERÊNCIAS:
DUCROT, Oswaldo. O dizer e o dito. Campinas-SP: Pontes, 1987.
FELIX, Ana Elizabeth Araújo da Silva. (org). Gaia Conhecimento: artigos e experiências de pesquisas desenvolvidas por alunos e professores da FAI e ISEC. São Luis: Editora Central dos Livros, 2007.
FONTANILLE, Jacques. Semiótica do Discurso. São Paulo: Contexto, 2007.
GREIMAS, A. J.; LANDOWSKI. Análise do discurso em ciências sociais. São Paulo: Global, 1986.
McLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix, 1964.
ROCCO, Maria Thereza Fraga. Linguagem Autoritária: televisão e persuasão. São Paulo: Brasiliense, 1989.
SANTOS, Roberto Elisio dos. As teorias da comunicação: da fala à internet. São Paulo: Paulinas, 2003.
SILVA, Juremir Machado da. As tecnologias do imaginário. Porto Alegre: Sulina, 2003.
ZAMBONI. Lílian Márcia Simões. Cientistas, Jornalistas e a Divulgação Científica: subjetividade e heterogeneidade no discurso da divulgação científica. Campinas, SP: Autores Associados, 2001.
WITTGENSTEIN, Ludwig Joseph Johhan. Tratado Lógico-Filosófico & Investigações Filosóficas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002.
GRUPOS ARTFORUM UNIFUTURO BRASIL XXI - PROGRAMA UNIVERSIDADE ABERTA DO FUTURO "TELHADOS DO MUNDO" - 10 anos Núcleo de Pesquisa e Conhecimento www.artforumunifuturobrasil.org ________________________________
"A COMUNICAÇÃO, A MÍDIA, O IMAGINÁRIO E A VIOLÊNCIA": entre o que deve ser dito e o que precisa ser mostrado - olhares jurídico-educacionais (Parte II) da Profª Ana Elizabeth Araújo da Silva Félix1
RESUMO:
Este artigo busca analisar a influência da mídia ante os fenômenos contemporâneos de violência com os quais as comunidades adolescentes do mundo atual estão sendo acometidas. Para o alcance deste objetivo serão avaliadas as informações coletadas na mídia sobre os crimes hediondos ocorridos e fortemente evidenciados entre o período 2007-2008, descritos em canais de TV de ampla aceitação nacional. O método utilizado na investigação foi o da análise de conteúdo dos discursos expressos, induzidos ou escamoteados das cenas criminais de João Hélio, Isabela Nardoni e Eloá. O cerne deste ensaio teórico é, portanto, buscar a compreensão acerca do papel que a mídia exerce na formação dos adolescentes, com perfis de violência, de valores controversos e ações inaceitáveis.
Atualmente, a mídia nacional têm investido sobremaneira na cobertura de eventos que versem sobre violência, atrocidades, e finalizem com cenas trágicas de óbitos inesperados. A comoção popular é um fator que possibilita aos canais de televisão um crescimento vertiginoso nos níveis do Ibope. Programas de auditório ou jornais que trazem à baila temáticas como “O assassinato do menino João Hélio”, “A morte da garotinha Isabella Nardoni”, e agora, recentemente, “A morte da adolescente Eloá”... atingem pontuações máximas na satisfação do telespectador. São histórias tristes, compostas por cenas comoventes, realidades amargas e violentas, ações vis que hoje são conjecturadas e realizadas em âmbito nacional.
A mídia exerce, nessa perspectiva, o papel de informante, promotora de idéias, instrumento de persuasão, vendedora de produtos, serviços, disseminadora de ações, veiculadora de ideologias, configurando-se ora como uma verdadeira “Deusa” ora como “Juíza”, quem tem a palavra final sobre qualquer temática: educa, deseduca, informa, ultraja, coisifica, e tem o poder de transformar toda uma geração.
A televisão é um instrumento de comunicação, informação e poder. As novelas enunciadas no horário noturno, remontam o imaginário social demonstrando as controvérsias do mundo contemporâneo no âmbito familiar: desrespeito a crianças, portadores de deficiências, tratamento dispensado mediante cor de pele, maltrato a idosos, traições e falcatruas na ordem política e governamental. Silva (2003) em seu livro “As tecnologias do imaginário” afirma que a televisão reinventou o folhetim e o laço social virtual. De fato, às vezes, até as denominações das telenovelas corroboram para que essa afirmação se configure em verdade.Assim, no horário da novela das oito, famílias inteiras que antes utilizavam este tempo do seu dia-a-dia para conversarem entre si e seus pares, trocarem idéias, conhecerem-se mais... hoje, ficam estáticas e inertes frente a um aparelho de TV, sendo co-enunciadores de discursos e ideologias pouco aceitáveis, em alguns casos, moralmente questionáveis, eticamente discutíveis, psicologicamente inconcebíveis.
A MÍDIA, A COMUNICAÇÃO E A CONSTRUÇÃO DO IMAGINÁRIO DO TELESPECTADOR
A televisão exerce hoje nas famílias papel fundamental: des(educa) gerações a fio. Nas décadas de 70 e 80, crianças ao final da tarde, quando terminavam suas tarefas escolares, deparavam-se diante da TV para assistirem programas como Vila Sésamo, Sítio do Pica-Pau Amarelo, Shazam e Xerife. Hoje, as crianças em qualquer horário podem buscar nos canais de TV desenhos animados que sempre trazem como pano de fundo a violência: as imagens são pouco detalhadas, sem beleza ou cor. Os fundos e fotografias remontam cenas de violência e combate. Quando não se deparam com filmes e desenhos animados dessa natureza, podem assistir novelas a partir das 14 horas que tratem sobre temáticas diversas, banalizando relações amorosas, o respeito aos mais velhos, coisificando a sexualidade e incitando a violência.
Em um determinado canal de TV, à partir das 17 horas passa a ser exibida uma novela direcionada aos adolescentes. O referido folhetim faz tanto sucesso que permanece na mídia desde o ano de 1995. O programa apresenta histórias de conflitos e corrupção em escolas, na família, situações de pré-conceitos estabelecidos, que geram preconceito e discriminação, além de outras temáticas chocantes e inaceitáveis para o público e horário citado. Toda esta indústria de formação de personalidades, está disponibilizada em aparelhos que podem ser encontrados hoje inclusive em equipamentos de telefonia celular, por preços variados. Nas residências, o referido aparelho pode ser encontrado em salas, quartos, cozinhas e salas de estar; é parte da família. O governo há algum tempo lançou um programa denominado “Amigos da Escola”; o produto em pauta pode ser metaforizado como “Amiga da Família” pois, de certo modo, acaba exercendo a função de parente próximo e, a partir das ideologias disseminadas por este mais novo ente da família brasileira, constrói-se um imaginário no ideário popular, descrito por Silva (2003, p.72) como:
O imaginário transborda o racional e faz da bacia semântica um lago sempre pronto a vazar. Imaginário é o rio. Aos que pretendem represar o imaginário, cabe lembrar das inundações. Só há uma maneira de inundar o imaginário: entrar no seu jogo, na sua corrente, na sua fluência. [...] o imaginário é deformação.
Assim, forma-se a consciência dos sujeitos: avançando do racional ao inteligível, da correnteza a calmaria, da inundação à seca. Para Silva (2003, p;73) “nunca saberemos quem realmente somos. Mas temos certezas imaginárias que nos orientam, consolam, guiam", possibilitando a realização plena. O que devemos fazer não é proibir crianças e jovens de se apropriarem dos conceitos disseminados em programas desta natureza e sim voltarmos a construir hábitos de conversação e assumir a condição humana de pais, irmãos, orientadores e amigos das gerações mais novas que nos rodeiam e fazem parte de nossas vidas. Assim, a televisão deixará de fazer parte da família e será usada apenas como acessório e utilitário informacional e não como uma “Amiga da Família”.
Na “Aldeia Global” de McLuhan (1964), a tecnologia da informação é o caminho da sabedoria, do conhecimento. Possuir o acesso à informação, ser capaz de qualificá-la para os fins exatos (transformá-la em conhecimento), produzir uma nova idéia a partir aplicação da informação qualificada ao contexto e possuir os meios para disponibilizá-las, se constitui no ideal das competências do profissional valorizado no início do séc. xxi. Ainda com McLuhan, chamamos atenção para as implicações sociais dessa mudança de paradigma, no que diz respeito à consciência da diversidade:
Eletricamente contraído, o globo já não é mais do que uma aldeia. A velocidade elétrica, aglutinando todas as funções sociais e políticas numa súbita implosão, elevou a consciência humana de responsabilidade a um grau dos mais intensos. É este fator implosivo que altera a posição do negro, do adolescente e de outros grupos. Eles já não podem ser contidos, no sentido político de associação limitada. Eles agora estão envolvidos em nossas vidas, como nós na deles – graças aos meios elétricos.
Na conhecida terceira onda (elétrica, midialógica, tecnológica), a massificação cede lugar à personalização, a centralização perde espaço para a descentralização. Mas há a necessidade de individualizar-se na homogeneidade, da individualidade sobressair-se sobre o coletivo que lhe possibilita.
Do ponto de vista de Émile Durkheim,o indivíduo está constantemente submetido a códigos imperativos, coercitivos e exteriores. Nesta nova forma de conceber o positivismo Durkheim define que ao nascer, o sujeito já encontra prontas as regras, práticas, crenças, maneiras de agir, de pensar e de sentir. Nessa perspectiva, se torna um edifício da sociedade, moldado e acabado segundo seus parâmetros, suas regras, seus modelos. Assim, a mídia, em especial a televisão, datada em 1929, tem uma função imbuída de profunda responsabilidade diante da sociedade no que se refere à formação do ser, com relação aos valores morais, ao caráter, à dignidade, à cidadania e todas as demais qualidades básicas de comportamento e convivência social aceitáveis.
De acordo com Rocco (1989, p.15), “a televisão é o mais alienante dos veículos de comunicação contemporâneos”. Alienante ou não, essa afirmativa não se constitui em verdade absoluta pois, segundo Zamboni (2001, p xviii): não existem sujeitos totalmente livres com poder de dizer e fazer tudo e nem tampouco totalmente assujeitados [...] agindo tal qual uma marionete sendo movidos por um gesto no qual, o que foi falado pelos outros fala também por ele.
Assujeitados ou livres, os telespectadores sofrem influências fortes ou tênues dos bombardeios midiáticos. E, para que essa realidade seja configurada em meados do século XXI de forma respeitosa, desejável, moral e ética, torna-se imperiosa a intervenção da família, da escola na formação do adolescente, pois a Família, o Estado e os meios de comunicação de massa, exercem papel fundamental na formação da pessoa humana em suas diversas dimensões. Nessa ótica, a mídia deve ser passaporte para a inclusão social, promotora da educação em valores, respeitando a cultura e as crenças de cada comunidade pois, uma sociedade é medida a partir do grau de cidadania dos sujeitos que a compõem.
No entanto, a mídia detém o privilégio do alcance pleno, falta-lhe encontrar seu verdadeiro sentido de indutora da cidadania para despertar no interlocutor o interesse pelo bem comum, pelo bom funcionamento das instituições, pelo bem-estar da coletividade, além de divulgar a idéia de priorização dos valores fundamentais: a vida, a liberdade, a paz, o respeito mútuo. A mídia ainda deveria estimular o telespectador pela busca da auto-realização, preservação de valores éticos, promoção de vivência familiar e das amizades de maneira saudável, favorecendo sobremaneira, a formação de consciência crítica na percepção e discernimento dos bens comuns da humanidade.
Porém, na emissão da mensagem midiática o alvo é a conquista do Ibope, a inclusão do telespectador como co-responsável na tomada de decisões (em casos judiciais), classificando os vitimados de inocentes ou os inocentes de vitimados; o que importa é a interação, a formação da opinião pública que ao final da reportagem, ou do programa será apontado(a) uma vítima (pelo menos) e um culpado que serão amplamente crucificados ou aplaudidos, dependendo da ótica, dos sujeitos e contextos, mediados pelo conhecimento adquirido a priori. A televisão apresenta-nos interfaces de uma idéia, que pode ou não coincidir com a verdade: mas a verdade, na realidade apresenta caráter de extrema subjetividade e por isso, chega a ser mera utopia no campo da televisão, informação e mídia.
A televisão e a mídia em geral, incluindo o telejornalismo, os programas de auditório, os sites da internet e outras modalidades de comunicação e interação humana existentes na atualidade, não devem perder de vista a idéia de que podem exercer co-funções nas relações sociais e na construção de imaginários, tais como: educar, reproduzir, mediar, encaminhar e até desconstruir imaginários despersonalizados do contexto ideal ou desejável. O fundamental é que, a cada intenção de exibir uma matéria, programa ou temática, seja feita uma análise entre o que deve ser dito e que precisa, realmente, ser mostrado. Assim, voltará a ser a televisão, um acessório indicado a diferentes idades, gêneros e classes sociais.
METODOLOGIA:
A semiótica é, neste aporte, a metodologia que sustentará a presente análise, sendo o método aplicado, o da análise de conteúdo das expressões verbais e não-verbais enunciadas nos programas e jornais midialógicos que versem sobre as três ocorrências criminais que marcaram a vida do telespectador no período de 2007 e 2008, ensejando discussões teóricas que poderão servir de alicerce a análises futuras, já que não se esgota aqui esta temática.
Hoje, dia 31 de março de 2008, estamos encerrando a programação do "Mês Internacional da Mulher" Ano II. Durante este mês foram desenvolvidas agendas e roteiros do Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta. E para encerrar nossa programação "A Mulher e seu Universo", temos o prazer de apresentar o Artigo:
A COMUNICAÇÃO, A MÍDIA, O IMAGINÁRIO E A VIOLÊNCIA": entre o que deve ser dito e o que precisa ser mostrado - olhares jurídico-educacionais (PARTE I) da Profª Ana Elizabeth Araújo da Silva Félix1
RESUMO:
Este artigo busca analisar a influência da mídia ante os fenômenos contemporâneos de violência com os quais as comunidades adolescentes do mundo atual estão sendo acometidas. Para o alcance deste objetivo serão avaliadas as informações coletadas na mídia sobre os crimes hediondos ocorridos e fortemente evidenciados entre o período 2007-2008, descritos em canais de TV de ampla aceitação nacional. O método utilizado na investigação foi o da análise de conteúdo dos discursos expressos, induzidos ou escamoteados das cenas criminais de João Hélio, Isabela Nardoni e Eloá. O cerne deste ensaio teórico é, portanto, buscar a compreensão acerca do papel que a mídia exerce na formação dos adolescentes, com perfis de violência, de valores controversos e ações inaceitáveis.
Atualmente, a mídia nacional têm investido sobremaneira na cobertura de eventos que versem sobre violência, atrocidades, e finalizem com cenas trágicas de óbitos inesperados. A comoção popular é um fator que possibilita aos canais de televisão um crescimento vertiginoso nos níveis do Ibope. Programas de auditório ou jornais que trazem à baila temáticas como “O assassinato do menino João Hélio”, “A morte da garotinha Isabella Nardoni”, e agora, recentemente, “A morte da adolescente Eloá”... atingem pontuações máximas na satisfação do telespectador. São histórias tristes, compostas por cenas comoventes, realidades amargas e violentas, ações vis que hoje são conjecturadas e realizadas em âmbito nacional.
A mídia exerce, nessa perspectiva, o papel de informante, promotora de idéias, instrumento de persuasão, vendedora de produtos, serviços, disseminadora de ações, veiculadora de ideologias, configurando-se ora como uma verdadeira “Deusa” ora como “Juíza”, quem tem a palavra final sobre qualquer temática: educa, deseduca, informa, ultraja, coisifica, e tem o poder de transformar toda uma geração.
A televisão é um instrumento de comunicação, informação e poder. As novelas enunciadas no horário noturno, remontam o imaginário social demonstrando as controvérsias do mundo contemporâneo no âmbito familiar: desrespeito a crianças, portadores de deficiências, tratamento dispensado mediante cor de pele, maltrato a idosos, traições e falcatruas na ordem política e governamental. Silva (2003) em seu livro “As tecnologias do imaginário” afirma que a televisão reinventou o folhetim e o laço social virtual. De fato, às vezes, até as denominações das telenovelas corroboram para que essa afirmação se configure em verdade.Assim, no horário da novela das oito, famílias inteiras que antes utilizavam este tempo do seu dia-a-dia para conversarem entre si e seus pares, trocarem idéias, conhecerem-se mais... hoje, ficam estáticas e inertes frente a um aparelho de TV, sendo co-enunciadores de discursos e ideologias pouco aceitáveis, em alguns casos, moralmente questionáveis, eticamente discutíveis, psicologicamente inconcebíveis.
CRIMINALIDADE X MÍDIA: interfaces da razão, da comoção e da emoção na televisão brasileira
A elevação dos níveis de violência nos últimos anos, trouxe para a agenda social a fragilidade da segurança pública em detrimento ao crescimento vertiginoso de uma sociedade aflita em meio ao incremento e a incitação a criminalidade. O resultado do referendo sobre a proibição do comércio de armas de fogo e munição amplificou um evidente clamor popular que exige medidas consistentes, duradouras e claras no combate e na prevenção ao crime. A mídia, percebendo a importância do momento histórico (e principalmente o poder de verbalização dessa demanda pela classe média – sua maior consumidora), tem aprofundado as discussões sobre a questão, pontuando de forma contundente a cobertura acerca da segurança populacional. Porém, todos os que lidam com o fenômeno da violência devem compreender sua complexidade e a dificuldade no domínio de todas as suas variáveis.
Como espectadores, leitores, ouvintes, cidadãos, devemos compreender que a cobertura do cotidiano violento não é tarefa fácil e, se hermeneuticamente, não compreendida, poderá incitar os co-enunciadores destes discursos afetados por problemas econômicos, sociais, mentais, ou mesmo àqueles sem algum tipo de formação, e sem o cultivo de valores éticos, civis e morais, a produção de ações violentas que resultem em casos como os ocorridos na família Nardoni (SP), ou do menino João Hélio (RJ), ou ainda sobre o trágico final do seqüestro da adolescente Eloá (SP), dentre inúmeros outros casos ocorridos e não notificados pela mídia e por isso, por nós desconhecidos.
Assim, a mídia apresenta aos telespectadores, seja através de jornais, propagandas ou serviços, informações explícitas e escamoteadas, expressões que se configuram de forma unívocas, equívocas e análogas. Segundo Ducrot (1987), o sentido das palavras só pode ser definido a partir dos sujeitos e dos contextos em que são enunciadas. No campo do direito, tal assertiva se fundamenta no âmbito da construção de argumentos em depoimentos e provas testemunhais de casos diversos: a capacidade de argumentar advém do conhecimento da ação, do sujeito que a praticou, do contexto em que ocorreu das interfaces de tempo e lugar e das razões que induziram tal prática ou ação. Assim, torna-se subjetiva e pouco consistente, uma análise de um crime ocorrido em certo espaço temporal, por sujeitos desconhecidos de quem o fato ora analisa, histórias conturbadas, contextos confusos, coberturas incompletas como ocorre, em alguns casos, na mídia nacional. A referência a esta idéia está alicerçada nos crimes noticiados que envolvem o menino João Hélio, que em meio ao assalto ficou preso na porta do carro, sendo jogado do lado de fora, perdendo a cabeça no percurso urbano escolhido pelos sujeitos do crime, não tendo sido até hoje, esta parte de seu precioso corpinho encontrada. Outro caso referendado neste estudo é a morte da menina Isabela Nardoni, que passeava com o pai, a madrasta e os irmãos e no mesmo dia, de forma trágica, aparece caída, machucada fortemente, e morre subitamente após a queda de uma janela do apartamento do pai. Tratamos também, do seqüestro configurado em crime de cárcere privado ocorrido no tempo de 100 horas em Santo André, promovido por um adolescente denominado Lindemberg, que apresentava confusão mental e poderá ter sido impulsionado a cometer o delito de lançar tiros em Eloá e Nayara em virtude do acesso do GATE ao cativeiro, ou por ciúmes, ou, ou... por outras razões que só a sua mente e o seu coração poderão no futuro, para a justiça desvelar.
A mídia pode manifestar-se em infinitos espaços e em diversas modalidades: a mídia cultural representa expressão da inteligência humana aplicada à comunicação social, encontrada em revistas, jornais, livros e programas televisivos que abordem conteúdos sobre a história, a natureza, os costumes das sociedades e as investigações científicas, constituem marcantes contribuições para aperfeiçoamento dos sistemas educativos, sem lhes retirar o tempo necessário para maturação do aprendizado, na infância e na adolescência. Com esse objetivo, a mídia, sobretudo a televisada, caminha lado a lado com a educação convencional, servindo-lhe de ancila ou pedagoga (como o preceptor que, na Grécia antiga, levava e trazia as crianças à escola); leia-se a exemplo desta tipologia a TV Cultura. Já a mídia-entretenimento, a sua vez, capta os sentimentos lúdicos dos espectadores, desperta-lhes a imaginação criativa, as sensações de prazer e alegria, que equilibram as emoções humanas. Nesse campo, principalmente, costuma resvalar para o humor barato, chulo, asqueroso às vezes, mas prejudicial à formação moral das pessoas, sobretudo crianças e adolescentes, que costumam tomar como modelo personagens de vida alegre, duvidosa ou equívoca, criando padrões não convencionais de comportamento; a esta tipologia, aponta-se programas como Zorra Total, A Praça é Nossa, Domingão do Faustão, Domingo Legal, dentre outros.
E por fim, a mídia jornalística, do tipo investigativo ou de denúncia, a face trágica e paradoxal do jornalismo escrito, falado ou televisionado: de um lado, o combate heróico aos escândalos públicos, à corrupção, ou as narrativas de tragédias e crimes infamantes; de outro, negativamente, a invasão da privacidade ou mesmo intimidade de pessoas, lares ou instituições, e a conseqüente exposição pública a julgamentos sumários. O jornalismo-denúncia gera, freqüentemente, graves conflitos entre a liberdade de informação da imprensa e a presunção de inocência das pessoas (preceito penal e constitucional); Nesse contexto situam-se os limites éticos indeterminados da liberdade de expressão midiática. Além da mídia jornalística, que conhecemos com detalhes cada jornal das emissoras, ainda nos aparecem programas de entretenimento que apresentam como pauta casos já apontados, tais como os programas: “Mais Você”, “A Tarde é Sua”,Hoje em Dia”, dentre outros.
É perceptível que estes discursos, ora se encontram, ora se digladiam polifonicamente entre as demais emissoras, sujeitos e contextos. A reportagem lança um olhar sempre fiel às suas convicções, concepções e ideologias. Este olhar é dirigido aos interlocutores (seres repletos de concepções e convicções polifonicamente iguais ou adversas às outras co-existentes), que repassam a outros interlocutores, lançando nos discursos, seu olhar, suas crenças e seus valores e dependendo das funções por eles exercida na sociedade, podem contribuir para a formação ou (de)formação de idéias acerca dos olhares pela mídia ao telespectador lançados.
Seria fundamental que ensaístas e apresentadores de programas de TV que enveredam por temáticas criminalistas, buscassem conhecer o método semiótico de análise dos discursos (emitidos e omitidos) para melhor avaliarem os fatos ocorridos e escolhidos como pautas de seus programas pois, a semiótica apresenta modelos para a análise da significação que ultrapassam as fronteiras para além da frase, na dimensão do discurso que lhe é inerente. Seu procedimento clássico propõe articular a apreensão do sentido seguindo um percurso estratificado em camadas relativamente homogêneas, indo das formas concretas e particulares, manifestadas na superfície do texto, às formas mais abstratas e gerais subjacentes, dispostas em múltiplos níveis de profundidade. A semiótica, ou como nos remonta Greimas (1986), conhecida como a ciência da meia-ótica, mostra como os percursos de significação se organizam e se combinam, em razão de regras sintáticas e semânticas que os fundamentam, partindo de estruturas profundas para as estruturas de superfície, simulando a “geração” da significação, da informação, da realidade ou de sua re-construção.
No campo jurídico, o método semiótico apresenta como ferramenta de análise, o quadrado semiótico de Greimas (1986). Este instrumento aponta o eixo dos discursos emitidos e escamoteados, tomando por base fatos da realidade e todas as contradições presentes nos delitos cometidos. O referido quadrado contém dois eixos distintos: o das afirmações, negações e as suas contradições. Os operadores da lei, ao fazerem uso deste novo método de análise, poderão mais eficazmente, alcançar informações aproximadas da ação praticada, partindo da construção dos argumentos dos atores de cada cena que esteja sendo objeto de investigação.
(Continua)
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Convite Especial para Exposição "LuizaCaetano, A ALMA E A VOZ".
O portal dos Grupos Artforum Mundi Planet é inaugurado oficialmente, com a Exposição Convidada da pintora e poetisa LuizaCaetano, de Lisboa - Portugal.
Mundo, 28/03/2009 - XXI
***** Convite de Alta Distinção ***** ***** Sua presença é muito importante.
Os Grupos Artforum Mundi & Artforum Brasil XXI, e o "Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta", têm honra em convidar para a inauguração do seu portal "CIDADE ARTES DO MUNDO", com a bela Exposição Especialmente Convidada *LuizaCaetano, "A ALMA E A VOZ".
Aprecie o belo poema de LuizaCaetano "UM SINAL", e suas obras de arte, ao "som pianíssimo", em nossa conjunta homenagem à cidade de Lisboa - Portugal.
Mapa do portal/convite: Acesse, por favor, na barra de links: "Núcleo Gênesis" >"Pavillion Artes do Mundo"> Exposição de Inauguração: "LuizaCaetano, A, A ALMA E A VOZ".
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A pintora e poetisa portuguesa LuizaCaetano, de Lisboa, tem galeria permanente no "Pavillion Artes do Mundo", no portal do Artforum Brasil XXI, com sua Exposição LuizaCaetano, "A ALMA E A VOZ". Clik no link 9 - Núcleo Gênesis, depois clik no link 2 - "Pavillion Artes do Mundo". Em seguida clik no link Luiza Caetano,"A Alma e A Voz". www.cidadeartesdomundo.com.br/main.html
No Dia da Poesia, nós do Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI homenageamos a poetisa e pintora internacional Luisa Caetano, de Lisboa.
A Poetisa Luiza Caetano participou do "Dia Internacional da Mulher", aqui, no Fórum em 2008, com poemas que fizeram parte dos conteúdos deste Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta.
"ETERNA DÚVIDA" "Não sei se voltarei a olhar o espelho dos teus olhos, não sei...
Nem se o fogo espesso do Verão no seu breve leito de Sol de novo libertará o equinócio do meu desejo.
Não sei se foi magia ou emoção uma ferida aberta em punhal, Um cristal ou uma explosão,
Uma púrpura secreta ou um néctar proíbido Não sei...
Talvez uma fantasia, uma frágil e breve alegria ou um cristal de chuva em águas anoitecidas." LuizaCaetano
"À FLOR DA PELE" "Vens breve como a brisa quase sempre à flor do tempo.
Ficas-me no entanto indelevelmente à flor da pele...
como pétala de Outono num gesto de adeus! ou um som diáfano musicado pelo vento!
Vens breve como os dedos da noite abandonadamente." LuisaCaetano
“NESTE MOMENTO" “FLOR DO TEMPO" "Faço malabarismos entre o riso e as lágrimas tentando me equilibrar na corda bamba dos dias.
Pairo por vezes no passado tentando inventar o futuro
Cristalizo instantes de magia na vazia concha das mãos
Momentos de ouro? Momentos vãos?
Os sonhos se partem em irrecuperáveis pedaços em mistérios insondáveis pelos corredores da alma
Breves! Tão breves como a flor do tempo." LuizaCaetano
"BORBOLETAS" "Pousam em transparências de Luz!
Irisdiscências de cor!
Minúsculos seres de Deus.
Tão poderosas! Tão belas! Tão precárias!
Como se nos trouxessem uma lição de vida na sua passagem pela terra.
Belas! Harmoniosas! Etéreas!
Crisálido momento! Voo de asa cristalino!
Tão coloridas e Radiosas...
para logo se esfumarem num breve destino
Apenas belo!
Apenas e fatalmente efémero." LuizaCaetano
"UM SINAL" Deixa-me um sinal quando quiseres.
Uma pedra, uma estrela ou uma ave um cheiro, um aroma ou um morango
Uma cruz talhada na minha porta
Que o caminho eu acharei encruzilhado entre o gesto e o espanto
pressentido entre o vácuo e o manto! ou o mar ! ou o vento! ou as velas do meu barco parado algures no inevitável porto das esperas. LuizaCaetano
"S A U D A D E S" Guardo nas minhas mãos o súbito calor das tuas,
A magia desse olhar perdido no meu!
O cálice da tua boca bebendo na minha,
o cristal das tuas palavras no Céu do meu sonhar,
Guardo, ciosamente Meu Amor, cada momento feito de tudos e de nadas de risos e de espanto
Bebo a espuma da saudade e o pranto
Todos os dias de te lembrar...
Todos os dias! LuizaCaetano
"CANTO CHÃO" Sou o chão da tua raíz!
Não me pises meu amor!
Sou o tronco dos teus abraços!
Não os deixes cair por favor!!
Sou o lenço das tuas pétalas
não despedaçes a flor!
Sou a noite! sou o dia! sou um chão de terra fria!
Sou o mel! sou o fel! Sou o sabor dos teus beijos
Uma rosa perdida no jardim dos teus sentidos
Sou um gesto por definir na baínha dos desejos." LuizaCaetano
"SOMBRAS SILÊNCIOSAS" Sentas-te na Primavera desse terraço de sonho e para ti correm todos os meus rios,
Debruças-te sobre um parapeito de rosmaninhos sonâmbulos que o rumor da água desperta,
no espelho do teu rosto apenas a sombra e o silêncio ferindo saudades,
Enquanto a inclemência do tempo tece fios vermelhos nas velas dos navios que não voltam
LuizaCaetano
"QUOTIDIANOS" Silêncio branco baço esgaçado de repulsa
As horas marcam desertos sem dias nem pulsos nem portos de abrigo.
Apenas dolorosos punhais de emoção.
E no entanto, falta tão pouco para que a noite no seu delírio perca a razão e adormeça meu corpo no débil flanco dos sonhos. Livre inteira e aberta como um verso codificado. Guardo nosso segredo sem mêdo no cofre das minhas mãos como uma prece rezada que se ajoelha no altar do amor. Não me ponha mordaça na boca para beijar nem rótulos na emoção para te querer. O verdadeiro amor não tem fronteiras! Apenas uma ténue frágil rede de sonho entre o mergulho abrupto do precipício. LuizaCaetano
"R E C U S O" Recuso este dia a dia feito de ópio e de angústia inverosímel realidade...
Recolho saudades todos os dias violadas
guardando-as algures num cofre de esperança LuizaCaetano
"HORA DE SILÊNCIO" Ah, como eu queria afundar-me na água dos teus olhos, na tempestade dos teus beijos, contigo naufragar no oceano do amor.
Porque não vens nesta hora de silêncio bater à porta do meu ser?
Espero-te como a noite deseja a madrugada.
Vem! enquanto o tempo não apaga esta chaga! LuizaCaetano
"O VOO DA ÁGUIA" Olha essa passarada no céu da minha alvorada
Negros pássaros amargos sem horizontes libertos magoados pela inveja da liberdade da águia
são corvos disputando nas margens de cada regato como urubus famintos
Corvos negros de voo rasante invejando as estrelas na sua cadência brilhante
Coxos da alma, esmolantes famintos e deturpados
Como vendilhões do templo mascarados de razão
Eles não sabem nem sonham que a verdadeira emoção está na liberdade de voar...
Plenamente! LuizaCaetano
"IMPOLUTA" Sou de todos os tempos de todos os lugares sou raíz, semente e sou fruta
Mulher impoluta
Tanto me dá estar aqui, como do lado de lá
Em vez de navegar, eu quero é ver o mar
Ser água, rocha ou areia a cor de um fruto ou o canto da sereia
O que eu quero mesmo é me encontrar! LuizaCaetano
SOLIDÃO ACOMPANHADA Não importa o nome, nem o momento.
Para amar apenas o sentimento.
Andava cega pelos caminhos de vento dormindo com as gaivotas sem ninho.
À noite ouvia as cigarras sem saber que era a tua voz.
Aprendi a inclemência do amor escolhi um rio de pedras
sangrei o silencio na dor da solidão que é não estarmos sós. LuizaCaetano
"AMOR - SAUDADE!" Ai, o amor!
Essa alquimía de sentimentos exaltações e delírios!
Tecido de efémeros fios pelas divinas mãos dos deuses, entre lábios e lábios tão frágil e tão breve como a dor duma brisa primaveril.
Essência de saudades de estertores e de agonias onde os espelhos quebrados entre mil sinfonias nos permitem o sádico prazer da morte LuizaCaetano
"C R I S T A L" Não, não digas nada meu amor!
Não argumentes nem ponhas no olhar essa melancolia de quem sofre a alegria que antecede o tal instante.
Sorri apenas, sorri e em meus lábios vem colher o cristal que eterniza a brevidade desse momento Luiza Caetano
"G R I T O" Teço cordas, braços e pontes em direcção à Luz numa cadência angustiadamente cega!
Grito surda contra o silêncio mordaça-venda rasteira
asa, abraço existência que a vida todos os dias me nega.
Por vezes a morte se instala angustiadamente em meu regaço com o ímpeto de quem possui o futuro no ápice de um instante. LuizaCaetano
"F A D A S" Se, as fadas fossem bonecas de frágil porcelana incandescentes de luz?
Habitassem a casa privada dos mistérios,
fossem de incenso azul feitas de leite nupcial ou efémeras iridiscências como borboletas coloridas.
Fossem colírios de Arco íris feitas de brisa e aroma de rosas.
Seriam apenas e absurdamente belas sem a ignota máscara que as torna humanamente maravilhosas. LuizaCaetano
"ALFAMA DE L I S B O A" Hoje, me perdi em Alfama com o poeta Fernando Pessoa. Andei de viela em viela bebendo cheiro de mangericos em ébrias taças-lembranças. Escrevi um fado pintado e o pregão duma varina numa das sete colinas. Enquanto a chuva molhava memórias e marinheiros num eléctrico amarelo que ía prá Rua das Trinas. Hoje passeei com Pessoa no bairro da cidade branca Casario de Lisboa de pranto-saudade pintado no trinado duma guitarra o desenho da calçada Lisboa saudade fado LuizaCaetano
"L I S B O A L U Z" Sobre o Tejo cai a Luz!
Sobre os barcos o vermelho! e no cimo de cada colina as igrejas se revezam Avé Maria, Senhor!
Um altar em cada peito prece riscada a silêncio.
Desenho-te ó minha cidade de poalha quase encantada, sete colinas varandas debruçadas sobre o rio.
A ponto de luz bordada vermelha, azul ou amarela!
Delírio! rosa ou rumor em minha tela inventada LuizaCaetano
"UM AMOR COM AMOR" Quero uma casa sem portas, Um espaço sem vento! Um amor com amor!
Quero, Um rumor de água por perto, iluminando o teu corpo aberto como um barco.
Quero um cais ou um porto onde as gaivotas se percam e as andorinhas secretamente nos avisem que a Primavera chegou. Luiza Caetano
SOMBRAS SILÊNCIOSAS" Sentas-te na Primavera desse terraço de sonho e para ti correm todos os meus rios,
Debruças-te sobre um parapeito de rosmaninhos sonâmbulos que o rumor da água desperta,
no espelho do teu rosto apenas a sombra e o silêncio ferindo saudades,
Enquanto a inclemência do tempo tece fios vermelhos nas velas dos navios que não voltam LuizaCaetano
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Estamos abrindo na data de hoje a Comunidade e Blog intitulados "Majestade ArtePoesia & Poetas XXI", que se desenvolverá no Orkut.
*Mês Internacional da Mulher 2009 - Expô Artforum Mulher 2009 (Arte, Poesia, Artigos e Homenagens)
Futurist Time Editorial 2009 "A Mulher são Muitas"!
Nossa Homenagem à arte-memória de Anita Malfatti
Pintura de Anita Malfatti, JF-1930
Estamos divulgando o "Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta", desde julho de 2008. O Fórum de Mulheres do Futuro abraçou a Campanha "ANO INTERNACIONAL DA PAZ 2009". Assim, convidamos você a assinar e divulgar esse Manifesto que é mais um Movimento Humanista dos Grupos Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI. Visite a página do Dia Internacional da Mulher - 8 de Março, veja as matérias especiais que foram divulgadas aqui, no Fórum Internacional de Mulheres pela Paz do Planeta.
OS QUATRO CANTOS DA LUA (Elza Fraga)
Mulher é quase sempre lua aquela beleza intocada, enrustida, invertida, clareando quando passa mesmo vestida está nua. mulher é quarto de lua luzindo cores no ato simples, corriqueiro, de pentear o cabelo como se fossem seus raios.
Mulher as vezes crescente deixa os que a cercam dementes dependentes, inseguros as vezes mingua e sai fora queixos caídos no chão onde ela pisa pesado com a ponta do seu sapato em surpreso coração...
As vezes nova atiça porque novidade espicaça os sentidos... dá cobiça... mas quando ela fica cheia, aí é que fica bonita pega o raio do cabelo joga por trás do ouvido desprende o laço de fita e nesse gesto estudado perfuma o ar inteiro deixa o rastro do seu cheiro desce em muitos luares redonda clara, brilhante
Só faz exibir seus encantos, nunca vai ser tua presa, submissa, doce amante... escapa, volta pra toca lá do outro lado do mundo e continua brilhando nos quatros cantos da rua!
No Dia Internacional da Mulher anunciamos a programação do MÊS INTERNACIONAL DA MULHER - Ano II/Artforum Mundi
*Mês Internacional da Mulher 2009 - Expô Artforum Mulher 2009 (Arte, Poesia, Artigos e Homenagens)
Futurist Time Editorial 2009 "A Mulher são Muitas"!
"Urutu" Pintura de Tarcila do Amaral, 1928.
Nossa homenagem à Arte-Memória Brasileira, através da pintura de Tarcila do Amaral. Ela participou da "Semana de Arte Moderna", em 1922, que completará 100 anos em 2022. Já estamos anunciando esse "Centenário da Arte Brasileira"!
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"Águas, cores, brisas, arte e poéticas de março" - Mulheres, seus mundos, culturas, artes e universos".
Nossa especial homenagem às mulheres artistas plásticas, poetas, escritoras, professoras, médicas, advogadas, psicólogas, jornalistas, publicitárias, terapeutas, produtoras culturais, de outras áreas do conhecimento e do saber, que participam dos espaços do Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI, no Orkut, Multiply, Ning, Sonico, e outras redes sociais.
Quadro "Onírico Orchis III" (óleo sobre tela). Pintura de Ana Luisa Kaminski
"O que Vemos, O que Nos Olha". Quadro de Ana Luisa Kaminski.
"Madona e Criança". Quadro de Cristiane Campos.
"Justiça". Quadro de Cristiane Campos.
"Destino". (Série Ainda o Mito) Quadro de Vera Ferro.
"Nix e seus Filhos". (Serie Ainda o Mito) Quadro de Vera Ferro
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No princípio eu era a Eva
Nascida para a felicidade de Adão
E meu paraíso tornou-se trevas
Porque ousei libertação
Mais tarde fui Maria
Meu pecado redimiria
Dando à luz aquele que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois eu decidi:
Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista, piloto de avião
Policial feminina, operária em construção.
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é Competência
O meu nome é Mulher!!!
(Cora Coralina)
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8 de Março - Dia Internacional da Mulher Hoje, no Dia Internacional da Mulher, desejamos que as artes, poéticas e estilísticas femiminas contribuam com a arte, a cultura e a ecologia do Ser Humano. E que o Mundo seja Justo e Melhor para todas a mulheres da HUMANIDADE! As instituições da nossa sociedade contemporânea precisam valorizar cada vez mais a importância da mulher no mundo, rumo ao futuro! A mulher é a memória do Mundo!
Nossas homenagens a todas as mulheres de todas as etnias, de todas as classes sociais, de todas as culturas, de todas as artes, de todas as expressões éticas e inteligentes, que juntas aos homens têm trabalhado por uma sociedade mais justa, em defesa dos Direitos Humanos, da Paz Social, defesa da Natureza, da Educação, defesa do Planeta, da Arte, Cultura e Ecologia Humana para o Mundo Melhor, na perspectiva do Hoje e do Futuro!
"Artigo do Dia"
Da Folha de São Paulo/Opinião, domingo, 08 de março de 2009 Em nome do Pai
Eliane Cantanhêde
BRASÍLIA - Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, quero fazer um agradecimento público ao arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho. Ele calou sobre o crime hediondo de um padrasto que estuprava a enteada desde os 6 anos de idade e a engravidou de gêmeos aos 9. Mas excomungou a mãe da menina e a equipe médica pelo aborto que tenta salvar sua vida, sua essência de criança, sua capacidade de ser feliz. Essa inversão produziu excelentes resultados, no melhor momento: mobilizou a imprensa local e nacional e indignou milhões de pessoas na semana que antecedeu o Dia da Mulher, expondo o quanto o fundamentalismo religioso pode ser não apenas retrógrado mas cruel, desumano e, em certa dose, também ridículo, em casos que envolvem de fato vida e futuro. Os assim, particulares. Ou os coletivos, como a pesquisa de células tronco.
Foi uma verdadeira aula, contra o arcebispo, a favor da menina, para mulheres, homens, jovens, velhos, todos os que olharam para a grande vítima horrorizados, chocados, com uma piedade que faltou justamente ao "homem de Deus". Até a CNBB teve dificuldade para respaldar sua atitude. Numa nota visivelmente constrangida, condena antes o estuprador (que dom José nem sequer citara), reitera a posição contrária ao aborto e não faz uma só defesa da excomunhão.
Para dom José, estuprar crianças é pecado, mas não muito. O que não pode é tentar corrigir as sequelas do estupro, acolher aquela menina, salvar-lhe o corpo, talvez a mente, garantir-lhe o futuro. Para ele, portanto, aborto é mais grave do que estupro. Os médicos que o realizaram são piores do que o suspeito de pedofilia em Catanduva (SP). Trata-se do típico caso em que a igreja anda para um lado, enquanto o mundo e as pessoas, para o outro, em sentido contrário. É assim que seus pastores perdem seus rebanhos para as evangélicas, as espíritas, as umbandistas. Ou para o ateísmo, puro e simples. ____________________ (Colaboração da Profª. Maria Clotilde Costa Medeiros) -área de educação e psicanálise). ............................................
A Homenagem e Tributo dos Grupos Artforum Brasil XXI a todas as mulheres de todas as idades que foram e são vítimas da violência de homens e dos diversos grupos sociais. ... E a sociedade em seu todo é responsável pelas inúmeras vítimas ao longo dos tempos... Nossa homenagem à Lei Maria da Penha, promulgada em 2006.
"Chapeu de Flores". Quadro de Ana Felix Garjan
Homenagem à Majestade "Lua Poesia" Mundo, 08 de março de 2009 - XXI
Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta Grupo de Consultores do Artforum Mundi Planet Coordenação Cultural: Ana Felix Garjan & Equipe Artforum
*Grupos Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI -Programa Universidade Aberta do Futuro "Telhados do Mundo"
*PROJETOS LÍTERO - POÉTICOS - ARTFORUM BRASIL XXI:
E contam e declamam os poetas azuis naquela sinfonia do luau da poesia: . Que nas noites dos ares aquarianos os sonhos voem bem alto ao espaço E façam brisa dos beijos que tocam música E façam dos pássaros alados deslizantes os Unicórnios dourados e reluzentes. . Nos sonhos da lua aqueles beijos humanos até chegavam perto da sua face prata lunar enquanto dormia profundamente bela e só. . É que a lua, louca lua prata e dourada sonhava com sentimentos e mil amores com flores, jardins, praias e ondas do mar como sonham os belos poetas e amantes. . Sabe-se que a lua vestida de ouro e prata sonhava que dançava com os poetas azuis e declarava seu amor com doces palavras ao som de música e dos beijos apaixonados. . Os poemas dos poetas acordaram a poesia e fizeram a lua depressa despertar do sono. Ao acordar, a rainha lua dourada e majestosa em seu sonho... descia entre nuvens e anjos só para beijar os poetas azuis com versos.
E assim, a lua de prata acordou depois do sonho E ao despertar sentiu-se humana, artista e poeta.
*Síntese do Fórum em março: "Ano Internacional da Paz 2009"
*Mês Internacional da Mulher 2009 - Expô Artforum Mulher 2009
Futurist Time Editorial 2009 A Mulher são Muitas
"Águas, cores, brisas, arte e poéticas de março" - Mulheres, seus mundos, culturas, artes e universos".
Nossas homenagens a todas as mulheres do mundo, de todas as etnias, de todas as classes sociais, de todas as culturas, de todas as artes, de todas as expressões éticas e inteligentes, que juntas aos homens têm trabalhado por uma sociedade mais justa, em defesa dos Direitos Humanos, da Paz Social, defesa da Natureza, da Educação, defesa do Planeta, da Arte, Cultura e Ecologia Humana para o Mundo Melhor, na pesrpectiva do Hoje e do Futuro!
Qual é o perfil da mulher contemporânea nessa primeira década do século XXI? Qual será o perfil da mulher do futuro? Qual o pensamento contemporâneo da mulher no mundo globalizado? Nós mulheres, temos desenvolvido potencialidades com nosso foco no presente e no futuro?
"A Mulher são Muitas"! As mulheres das diversas culturas do mundo têm conquistado muitos espaços na nossa sociedade contemporânea. Elas têm feito a diferença no mercado de trabalho, na conquista de novos conhecimentos, no aprendizado tecnologias e ferramentas, para a gestão do seu mundo, de sua felicidade, de seu universo.
Mas... Qual tem sido a leitura de mundo e a contribuição da mulher contemporânea à sociedade, diante dos problemas eco-sócio-econômicos que enfrenta o mundo político? Como superar as crises sociais, que estão ao nosso redor, nas metrópoles e grandes cidades do Brasil e do Mundo? Como poderemos contribuir mais para a construção dos caminhos rumo à Paz e ao "Mundo Melhor"?
A mulher contemporânea brasileira, ao longo do tempo, tem enfrentado dificuldades sociais, mas tem conseguido conquistar seu mundo e o seu universo. ... Mas como será o futuro próximo, diante das crises do mundo em conflito e recessão? Enfim, como a mulher tem superado seus limites em busca da realização dos seus sonhos e de sua felicidade? Acreditamos que a Arte, Cultura, a Literatura, os Projetos Humanistas e a Gestão do Futuro, têm sido os caminhos escolhidos pela Mulher Contemporânea de determinadas classes sociais. Desejamos que novas poéticas, novas estilísticas e uma nova literatura sejam caminhos para a evolução da mulher no mundo, para que possa contribuir com os grandes temas da humanidade.
Presumimos que a partir deste ano de 2009, neste final da primeira década do século XXI, a mulher deverá ampliar ainda mais suas conexões interiores, e descobrir qual o DNA da sua felicidade no mundo das contradições entre o amor, os sonhos e conquistas, mas sem perder de vista as Questões Sociais ao seu redor. Escrevamos novas mensagens e cartas ao futuro, através das poéticas e estilísticas resultantes do nosso universo interior, para que o mundo se renove! Acreditamos no Mundo Melhor, temos esperança no Futuro. E estamos aqui, nós participantes deste espaço - "Fórum Internacional da Mulher do Futuro pela Paz do Planeta", para fazermos a nossa melhor parte, como mulheres inteligentes que têm acesso ao conhecimento, e que produzimos arte e cultura para o MUNDO MELHOR, sempre na perspectiva da nossa contribuição para as grandes e significativas mudanças, que nós mulheres juntamente em parceria com os homens, e parte de determinados setores da sociedade brasielira podemos desenvolver, ampliar, inovar, para que todos nós possamos ser "passageiras do amanhã", e os "novos precursoras do futuro"!
O "Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta" já tem trajetória, e aqui em suas páginas, onde estão registradas temáticas importantes da cultura, pensamento e arte para a Paz da Humanidade. Sejamos cada vez mais as pessoas que fazem a diferença, porque estão na busca de suas potencialidades humanas como seres em evolução.
Mundo, 01 de março de 2009 - XXI Coordenação dos Grupos Artforum Brasil XXI
*Grupos Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI -Programa Universidade Aberta do Futuro "Telhados do Mundo"
*PROJETOS LÍTERO - POÉTICOS - ARTFORUM BRASIL XXI:
No "Mês Internacional da Mulher", o "Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta", os Grupos Artforum Renaissance, Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI, apresentam a Campanha "Ano Internacional da Paz 2009".
*No dia 8 de março - Dia Internacional da Mulher, este espaço do "Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta", completa seu Primeiro Ano, como espaço eco-multicultural de valorização da Vida, defesa da Paz, dos Direitos Humanos e das Poéticas Culturais de Mulheres que se destacam no âmbito das Artes, Cultura, Letras, Ecologia Humana, Social/ Ambiental, Educação, Projetos e Eventos Culturais. Nosso projeto mais importante em organização é: Primeira Antologia "Cartas ao Futuro" de Mulheres Contemporâneas. (Crônicas, artigos, pensamentos, reflexões, pinturas, fotografias, arte digital,etc.).
O Fórum de Mulheres do Futuro apresenta no mês de março, aqui no Fórum, matérias especiais sobre "Mulher, seus mundos e Uniberso SEUS MUNDO E uNIVERSO", através da 'arte da vida' de mulheres convidadas para a EXPÔ ARTFORUM MULHER 2009, durante o mês. A partir de hoje, 1º de março, apresentamos a Campanha "Ano Internacional da Paz 2009". Ela é resultado do "Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta", que foi divulgada a partir de maio de 2008, através de página especial html apresentada pelos Grupos Artforum Renaissance, Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI, nos seus espaços coletivos, organizados no Orkut, Multiply, Ning, e outras redes sociais.
Temas do Fórum de Mulheres do Futuro:
Paz Mundial, Direitos Humanos, Educação, Arte, Cultura, Projetos Antologias, Manifestos, Petições, Eventos, divulgaçãode blogs e sites dos Grupos Artforum Mundi & Artforum Brasil XXI - Programa Universidade Aberta do Futuro "Telhados do Mundo". Visite as páginas deste blog, conheça os registros organizados em nome de grupos de mulheres contemporâneas.
Neste blog Mulheres do Futuro estão sinalizados sites e blogs de organizações eco-sócio-culturais e diversos grupos que estão comprometidos com assuntos eco-sócio-culturais. No dia 8 de março - Dia Internacional da Mulher, serão apresentadas matérias, exposição de arte, poemas e imagens de valorização do papel da mulher na sociedade contemporânea.
"ANO INTERNACIONAL DA PAZ 2009"
Paz para você! Paz para a Humanidade e o Planeta Terra em 2009, 2010, nas próximas décadas do século XXI, nos próximos séculos do Futuro! Desejamos que a Paz seja o caminho para a humanidade de hoje, de amanhã e do Futuro, para todos nós, filhos, netos, bisnetos, e seus descendentes no amanhã.
Convite Especial
O Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta e os Grupos Artforum Mundi Planet convidam você para participar da Campanha "Ano Internacional da Paz 2009" e do "Manifesto Verde pela Paz da Humanidade".
*Informação: O texto do Manifesto Verde pela Paz da Humanidade foi publicado em blogs, sites, grupos, universidades, e na Antologia Delicatta III -SP. de autoria dos Grupos Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI. Na referida obra literária foi lançada pela Editora Scortecci - S.P., por ocasião da "XX Bienal Internacional do Livro de São Paulo", em agosto de 2008.
*Resumo da Campanha "Ano Internacional da Paz 2009" - "Manifesto Verde pela paz da Humanidade e do Planeta"
Após os recentes "Confrontos entre Israel e a faixa de Gaza", no período de dezembro de 2008 a janeiro-fevereiro de 2009, onde mais de 1500 pessoas entre adultos e crianças foram mortas, a humanidade gritou pela Paz, foi às ruas do mundo, e pediu pela Paz Urgente, em todas as regiões e em todos os sistemas do Planeta. Vamos unir nossos pensamentos, nossas energias, conhecimento, e solidariedade, para que a Paz seja realmente um estado de espírito permanente, e uma atitude a cada momento. Seja Agente da Paz, e faça com que o "Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta" chegue aos seus parentes, amigos, companheiros de trabalho, pessoas de Grupos, Universidades, Movimentos Sociais, Organizações, Instituições, Empresas, e outros seguimentos.
*Informações Especiais: O Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta, os Grupos Artforum Renaissance Vie Universelle, Artforum Mundi Planet & Artforum Brasil XXI, participaram de campanhas pela PAZ e pelos Direitos Humanos, tais como:
- Pela PAZ em Gaza* - Pela Paz em DARFUR* - Pela Paz no TIBET* - Libertação de Ingrid Betancourt* - Justiça pela morte da menina Izabelle Nardoni* - Pelos 65 anos da Declaração dos Direitos Humanos*. Divulgação de campannhas "Novo Mundo Melhor", dos Grupos Artforum, além da divulgação das Campanhas da AVAAZ.
Após as últimas campanhas pelo céssar-fogo em Gaza, registrados em blogs e sites dos nossos Grupos ARTFORUM, e Redes Sociais, o "Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta", passa a ser um dos documentos que objetivam promover esta importante Campanha: "Ano Internacional da Paz 2009". Com a sua participação especial, o Manifesto Verde pela Paz da Humanidade chegará a muitas pessoas, a muitas cidades, estados e paíse! Agradecemos sua assinatura, sua participção, colaboração e parceria pela Paz!